Amigos,
Cada vez mais cientistas se aprofundam no estudo dos nossos sentimentos e seus impactos sobre nós.
Um estudo muito interessante sobre a construção da felicidade foi publicado na Revista Galileu.
Uma das coisas mais interessantes do estudo diz o seguinte: "cientistas garantem que o primeiro passo para ser mais feliz é mudar a maneira como você encara a vida: um fracasso é uma tragédia ou oportunidade de aprendizado?"
Segue o link: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG84828-7855-208-4,00-FELICIDADE+CONSTRUA+A+SUA.html
Abraços,
Tati =)
41 3528.2312
41 9244.2312
tatiana@espacodobemestar.com
http://twitter.com/espacodbemestar
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Cromoterapia e a Mente
Amigos,
Cada vez mais difundido está o uso da cromoterapia.
Abaixo matéria de Uberaba - MG.
Link: http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,31865
Use as cores a seu favor.
Abraços,
Tati =)
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Cada vez mais difundido está o uso da cromoterapia.
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Florais no combate a ansiedade
Amigos,
Ansiedade: sentimento que muitos de nós, até mesmo crianças, sentimos hoje em dia com muito impacto negativo sobre nossas vidas quando é exacerbada.
O uso dos florais, principalmente os de Bach, tem sido muito eficiente na ajuda ao combate e ao equilíbrio desse sentimento.
Vale a pena a leitura da matéria abaixo para confirmar.
Link: http://www.expressomt.com.br/noticiaBusca.asp?cod=84245&codDep=3
Abraços,
Tati =)
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domingo, 1 de agosto de 2010
Sobre estar sozinho...
Amigos,
Palavras mais do que perfeitas ao meu ver.
Inclusive farei a leitura diária desse texto até aprender e sentir que sou inteira.
Sobre Estar Sozinho - Flávio Gikovate, médico psicoterapeuta
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com os avanços tecnológicos, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinha, e aprendendo a conviver melhor consigo mesma. Elas estão começando a perceber que se sente fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
Abraços,
Tati =)
41 3528.2312
41 9244.2312
tatiana@espacodobemestar.com
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Inclusive farei a leitura diária desse texto até aprender e sentir que sou inteira.
Sobre Estar Sozinho - Flávio Gikovate, médico psicoterapeuta
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com os avanços tecnológicos, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinha, e aprendendo a conviver melhor consigo mesma. Elas estão começando a perceber que se sente fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
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E viva a nossa imperfeição
Amigos,
Tenho percebido em meu trabalho e por mim mesma como sofremos para alcançar a tal da perfeição.
A matéria abaixo fala sobre isso, mas o que me chamou atenção foi o quanto devemos aceitar e vivar com as nossas imperfeições para sim, SERMOS FELIZES.
A partir de agora vou tentar resignificar as minhas imperfeições.
Link: http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/095/grandes_temas/mania-perfeccionismo-578428.shtml
Abraços,
Tati =)
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A partir de agora vou tentar resignificar as minhas imperfeições.
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Dica de Feng Shui
Amigos,
A dica de feng shui dessa semana é sobre o uso dos espelhos.
Muito bom saber e saber usá-los a favor das boas energias.
Link: http://bonsfluidos.abril.com.br/especial_feng_shui/espelhos.shtml
Abraços,
Tati =)
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Sobre Felicidade
Amigos,
O que tanto buscamos: Felicidade.
Vale a pena a leitura dessa matéria.
Link: http://bonsfluidos.abril.com.br/livre/edicoes/0136/felicidade-100-por-cento-natural.shtml
Abraços,
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