terça-feira, 2 de junho de 2015
Coaching: coisas que não devemos a ninguém
Amigos,
Por conta da aceitação social e dos inúmeros "você tem que..." muitas vezes fazemos coisas que não queremos e que nos fazem mal apenas em nome da "boa educação".
Mas será que vale o preço?
Acredito que não há nada melhor que pagarmos o preço de sermos nós mesmos e por consequência fazer o possível para praticar apenas o que nos faz sentido.
Para tanto, esse texto sobre coisas que não devemos a ninguém vem a calhar. Leia aqui.
Entenda melhor o que é Coaching.
Abraços,
Tati :-)
41 3528.2312
41 9244.2312
tatiana@espacodobemestar.com
Senso de humor: você tem?
Amigos,
Alguns sinais podem nos mostrar a quantas anda o nosso senso de humor.
Um exemplo: você prioriza o riso?
Que tal conhecê-los? Clique aqui.
Abraços,
Tati :-)
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tatiana@espacodobemestar.com
Esgotamento profissional e seus estágios
Amigos,
Cada dia mais, creio que muito em função da alta velocidade em que nossas vidas por vezes correm, o esgotamento profissional acontece.
Vale saber e conhecer os estágios desse esgotamento até para saber como lidar.
Clique em estágios do esgotamento profissional e saiba mais.
Abraços,
Tati :-)
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tatiana@espacodobemestar.com
Meditação mindfulness ajuda a tratar doenças
Amigos
Mais e mais estudos recentes confirmando o quanto a meditação pode ajudar a tratar doenças.
”A
meditação não é uma prática para tentar atingir o êxtase,
bem-aventurança espiritual, ou tranquilidade, nem é a tentativa de se
tornar uma pessoa melhor. É simplesmente a criação de um espaço em que
somos capazes de expor e desfazer os nossos jogos neuróticos, dos nossos
auto-enganos, nossos medos e esperanças escondidas”. Chogyam Trungpa
Saiba mais. Clique em Meditação Mindfulness.
Abraços,
Tati :-)
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tatiana@espacodobemestar.com
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Lição de autoafeto e autocuidado
Amigos,
Compartilho essa história inspiradora e real de autoafeto e autocuidado.
Permita-se. Inspire-se.
Clique em "Não quero mais ser executiva" e saiba mais.
Abraços,
Tati :D
41 9244.2312
tatiana@espacodobemestar.com
terça-feira, 26 de maio de 2015
Normose = ser o que os padrões atuais ditam
Recebi esse texto e por me fazer sentido, compartilho.
A palavra normose foi criada na França pelo escritor e conferencista Jean-Ives Leloup para designar, em síntese, essa forma de comportamento visto como normal mas que, na realidade, não é normal.
Transportando esse conceito para observação da sociedade atual verificamos que as pessoas se pautam por padrões estabelecidos por alguém ou um grupo, em algum momento.
Por exemplo, segundo padrões da moda atual, ser normal é ser magro e bonito.
Para isso, vale dieta e, a cada dia surge uma diferente, ditada por essa ou aquela celebridade que afirma ter conseguido o peso ideal em um tempo mínimo.
Para alcançar as medidas ideais da dita normalidade vale a frequência a academias, com rigorosos exercícios físicos, massagens e tudo o mais que possa permitir atingir o idealizado.
E depois vêm as cirurgias para modificar o que seja possível alterar.
Não escapam os dentes, que devem ser perfeitos e brancos e, para isso, submetem-se as pessoas a aplicações de laser, porcelana e o que mais seja necessário.
Não importa se algo faz mal à saúde. O importante é ser normal que inclui, ao demais, estar sempre na moda, vestir a roupa do momento, custe o que custar.
Gastam-se verdadeiras fortunas com cabeleireiros, maquiagem, produtos de beleza.
Porque não se pode perder festa alguma. Nem evento importante. Isso logo nos desqualificaria como um ser normal.
Naturalmente, é louvável o cuidado com o corpo, a atenção ao parecer bem, à elegância. Faz parte da evolução da criatura cultivar o belo, o bom.
Mas daí aos exageros, aos excessos vai uma distância que prima pela insensatez.
Gasta-se o que não se tem, finge-se o que não se é. Tudo para parecer normal... como os demais.
Que padrão de normalidade, afinal, estamos elegendo? Algo totalmente físico, exterior, passageiro, em detrimento de valores reais?
Será isso que desejamos para os nossos filhos, a Humanidade do amanhã?
Desejaremos uma Humanidade de pessoas esquálidas, bulímicas, estressadas e vazias de conteúdo?
Cabe-nos pensar um pouco, antes que nossos filhos, por não atenderem aos padrões ditados por alguns se lancem no fundo poço da depressão, perdendo as oportunidades de progresso nesta vida.
Estamos na Terra para angariar sabedoria, ilustrar a mente, dulcificar o coração, ascender à perfeição.
A mente se ilustra com estudo, reflexão, esforço. O coração se dulcifica no exercício do bem ao próximo, entendendo que as diferenças existem para permitir realce à verdadeira beleza.
Invistamos nisso. E, em vez de nos esgotarmos em horas e mais horas de trabalho para conseguir mais dinheiro para atender a necessidades tolas, reservemos tempo para conviver com a família, com os amigos.
Reservemos tempo para leituras, alimentando as ideias; para a reflexão, a fim de nos enriquecermos interiormente.
Tempo para olhar o nascer do sol e seu desaparecer no poente, para ouvir a sinfonia da chuva em dias quentes, o agradecimento da terra pela água que sorve, com sofreguidão.
Tempo para amar, para viver, para ser um humano de valor, para ser feliz.
Pensemos nisso.
A palavra normose foi criada na França pelo escritor e conferencista Jean-Ives Leloup para designar, em síntese, essa forma de comportamento visto como normal mas que, na realidade, não é normal.
Transportando esse conceito para observação da sociedade atual verificamos que as pessoas se pautam por padrões estabelecidos por alguém ou um grupo, em algum momento.
Por exemplo, segundo padrões da moda atual, ser normal é ser magro e bonito.
Para isso, vale dieta e, a cada dia surge uma diferente, ditada por essa ou aquela celebridade que afirma ter conseguido o peso ideal em um tempo mínimo.
Para alcançar as medidas ideais da dita normalidade vale a frequência a academias, com rigorosos exercícios físicos, massagens e tudo o mais que possa permitir atingir o idealizado.
E depois vêm as cirurgias para modificar o que seja possível alterar.
Não escapam os dentes, que devem ser perfeitos e brancos e, para isso, submetem-se as pessoas a aplicações de laser, porcelana e o que mais seja necessário.
Não importa se algo faz mal à saúde. O importante é ser normal que inclui, ao demais, estar sempre na moda, vestir a roupa do momento, custe o que custar.
Gastam-se verdadeiras fortunas com cabeleireiros, maquiagem, produtos de beleza.
Porque não se pode perder festa alguma. Nem evento importante. Isso logo nos desqualificaria como um ser normal.
Naturalmente, é louvável o cuidado com o corpo, a atenção ao parecer bem, à elegância. Faz parte da evolução da criatura cultivar o belo, o bom.
Mas daí aos exageros, aos excessos vai uma distância que prima pela insensatez.
Gasta-se o que não se tem, finge-se o que não se é. Tudo para parecer normal... como os demais.
Que padrão de normalidade, afinal, estamos elegendo? Algo totalmente físico, exterior, passageiro, em detrimento de valores reais?
Será isso que desejamos para os nossos filhos, a Humanidade do amanhã?
Desejaremos uma Humanidade de pessoas esquálidas, bulímicas, estressadas e vazias de conteúdo?
Cabe-nos pensar um pouco, antes que nossos filhos, por não atenderem aos padrões ditados por alguns se lancem no fundo poço da depressão, perdendo as oportunidades de progresso nesta vida.
Estamos na Terra para angariar sabedoria, ilustrar a mente, dulcificar o coração, ascender à perfeição.
A mente se ilustra com estudo, reflexão, esforço. O coração se dulcifica no exercício do bem ao próximo, entendendo que as diferenças existem para permitir realce à verdadeira beleza.
Invistamos nisso. E, em vez de nos esgotarmos em horas e mais horas de trabalho para conseguir mais dinheiro para atender a necessidades tolas, reservemos tempo para conviver com a família, com os amigos.
Reservemos tempo para leituras, alimentando as ideias; para a reflexão, a fim de nos enriquecermos interiormente.
Tempo para olhar o nascer do sol e seu desaparecer no poente, para ouvir a sinfonia da chuva em dias quentes, o agradecimento da terra pela água que sorve, com sofreguidão.
Tempo para amar, para viver, para ser um humano de valor, para ser feliz.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita
Em 19.5.2015.
Em 19.5.2015.
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Eventos: Ciranda do Bem-Estar
Amigos,
O Espaço Hoy! em parceria com o Espaço do Bem-Estar - Coaching e Terapias Complementares promovem em sua primeira versão trimestral, o programa: Ciranda do Bem Estar.
Serão encontros especiais formatados de maneira personalizada para os
temas de bem estar, equilíbrio energético e gestão pessoal em formato de
orientação, vivência e reflexões. O objetivo é trocar e compartilhar
experiências.
Serviço:
Cirandas do Bem-Estar com Tatiana Girardi.
Maio: 04/05 (segunda) - Gestão dos Hábitos
Horário: das 19h às 21h.
R$ 80,00 o encontro.
Informações: (41) 3779-6204 I (41) 3598-8668 I (41) 8701-3517 - contato@espacohoy.com.br
Permita-se!
Serviço:
Cirandas do Bem-Estar com Tatiana Girardi.
Maio: 04/05 (segunda) - Gestão dos Hábitos
Horário: das 19h às 21h.
R$ 80,00 o encontro.
Informações: (41) 3779-6204 I (41) 3598-8668 I (41) 8701-3517 - contato@espacohoy.com.br
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